“então eu te disse que me doíam essas esperas, esses chamados que não vinham e quando vinham sempre e nunca traziam nem a palavra e às vezes nem a pessoa exatas. e que eu me recriminava por estar sempre esperando que nada fosse como eu esperava, ainda que soubesse. disseste de repente que precisavas ter os pés na terra, porque se começasses a voar como eu todas as coisas estariam perdidas.”
pedras de calcutá - "holocausto", c. f. abreu.
Um comentário:
sabe aquela história de "não esperar mais nada dos outros para depois não ter uma frustração"? pois é.
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