sexta-feira, 19 de setembro de 2008

“então eu te disse que me doíam essas esperas, esses chamados que não vinham e quando vinham sempre e nunca traziam nem a palavra e às vezes nem a pessoa exatas. e que eu me recriminava por estar sempre esperando que nada fosse como eu esperava, ainda que soubesse. disseste de repente que precisavas ter os pés na terra, porque se começasses a voar como eu todas as coisas estariam perdidas.”

pedras de calcutá - "holocausto", c. f. abreu.

Um comentário:

Bibiana disse...

sabe aquela história de "não esperar mais nada dos outros para depois não ter uma frustração"? pois é.